Empoderamento ou Reconhecimento?

Empoderamento ou Reconhecimento

Equilibrio, garra, força, sensibilidade, delicadeza.

Várias competências, as vezes antagônicas, porém, que descrevem bem a mulher.

A natureza, sábia e singular, necessitava de um ser para criar a perpetuidade: a mulher.

Se analisarmos a essência da mulher, constatamos que desde cedo ela mostra ser muito forte e diferenciada por sua natureza: quando menstrua, quando pari um filho, quando amamenta e isso, por si só, naturalmente, temos a certeza que é uma fortaleza. Que serve de exemplo e inspiração.

Por centenas de anos, tinha essa sua única função, e a margem de tudo, descobriu-se parte do todo.

Lutou, gritou, foi julgada. Não perdeu a essência da origem e por isso se firmou em um espaço que sempre foi seu, mas não era vista ao lado do homem, desenvolvendo a sociedade.

Recentemente vários artigos foram publicados, que os países liderados por mulheres, tiveram melhores resultados no combate à COVID.

Porque será que isso aconteceu? Decisões mais assertivas?

Maior sensibilidade e por isso não se influenciam com opiniões politicas ou econômicas?

E porque será que ainda vivemos nesse mundo machista?

Porque será que ainda escolhemos o sexo quando vamos definir o perfil de um profissional?

Porque os salários das mulheres, em muitos cargos ainda são inferiores aos dos homens?

Porque ainda existem violência e desrespeito COM as mulheres?

Porque será que isso aconteceu E ACONTECE?

Porque temos o dia da mulher tão divulgado e o mesmo não acontece com o dia do homem? (Aliás, até pouco tempo nem sabia que existia).

Empoderamento? Já temos.

RECONHECIMENTO! Essa deve ser nossa busca.

E sabemos que reconhecimento é individual. Por isso buscamos cada uma, naquilo que permeia nossos valores e que nos fortalece ainda mais.

Já conquistamos muito, mas precisamos através de nossas competências, mostrar à sociedade que podemos ainda mais!

Com persistência, foco e profissionalismo, tornaremos o mundo mais igualitário e alcançaremos o reconhecimento profissional que nos é de direito.

Autora: Maria Eliane Goulart Longo
Pedagoga, especialista em Recursos Humanos, diretora da SET-Seleção, Educação e Treinamento Empresarial.
Parceira de Negócios do IBMérito.

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